quarta-feira, agosto 25, 2010

# 070

São muitos os objetos, muitos. E o sujeito ausente se refaz na memória cheio de predicados, num pretérito imperfeito e subjetivo. Orações são coordenadas em nome do pai, do filho e do espírito () e toda essa abstração varre o pó da casa até que últimas migalhas da pele se juntem com pêlo do gato (a nova função sintática). Mas sempre resta um resíduo, porque são muitos os objetos, e cada resíduo é um princípio do ser...

3 comentários:

Roney Freitas disse...

...o verbo não tem fim.

Q disse...

que tudo sempre se traduza em poesia... metamorfose para todos!

maíravazvalente disse...

"Ao artista cabe dizer "sim" às formas e às transformações
- desde a mudança do visível para o invisível,
até do invisível do visível para a poesia."

voa, pombo branco!