quinta-feira, dezembro 03, 2009

# 063














Juntar óleo a água, pediu esse dom ao sábio do castelo.
E a benzedeira na colher a quebrar quebranto: é sopa!
- quem ensinou foi um louco da multidão, vivia de amor e pão

2 comentários:

Roney Freitas disse...

...essa rima pobre é o que há de mais fino na escola de vovó matuta. Lembro dela. Era uma vez uma vaquinha que chamava Vitória. A vaquinha morreu, acabou a história. (do meio do mato, da Madeira, veio de Portugal essa língua desenrolada)

Roney Freitas disse...

- agora aqui, a enrolar língua na terra. Passei por dois castelos, só encontrei neblina.

...e bolotas de carvalho, muitas!, caindo na cabeça e brotando no chão - espero que cheguem vivas na minha casa e que eu vire árvore, tão encarquilhada quanto, tão alta, tão velha, tão sábia
(meu pedido à benzedeira)